A criança
Diante de ti aparecerá a tão temida criatura com aparência ingênua e um olhar profundo que irá te hipnotizar entrando na sua mente e fazendo de você o mais novo servo...
 E dirá: -Sou apenas uma criança perdida na escuridão, sou o anjo caído que mostrará a você o caminho para sua libertação! Diante de sua libertação, essa criança com os pulsos cortados e deixando gotas de sangue por todos os lados, virá até você e te mostrará um espelho refletindo seu corpo ensangüentado e toda dor que você nunca havia visto e ai você sentirá o cheiro da morte. Então, ela pegará em suas mãos pálidas e congeladas e te guiará ao submundo dela, assim te purificando e possuindo seu corpo e sua mente, fazendo com que você volte a vida como um ANJO CAÍDO.
Aquela criança perdida na escuridão agora implora por sua alma que estará em chamas. Não se pode fazer mais nada; as trevas a espera, pois ela já esta no circulo. O demônio irá possui-la e não haverá nada que conseguirá salva-la daquilo que já esta previsto!
L.i.l.i.t.h 11h58 ||
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Mente (insana)
...através de alguém...

Agora eu vejo... agora eu sinto... A solidão já estava instalada A dor já estava acumulada dentro de meu peito As mágoas de um coração magoado... minha mente sonhadora não reflete um coração realizado A tristeza agora é a minha felicidade A solidão agora é minha compania A mágoa agora é minha paixão nesses sentimentos eu cresço sendo vítima de minha insanidade Coração acustumado com as lágrimas do passado Onde o silêncio dessa alma e as vezes é a salvação do meu mundo de mágoas... do meu mundo de ilusão...
L.i.l.i.t.h 19h11 ||
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† THE END THE END THE END THE END †
A minha Dor
...um recomeço...

A minha Dor é um convento ideal Cheio de claustros, sombras, arcarias
Aonde a pedra em convulsões sombrias Tem linhas dum requinte escultural
Os sinos têm dobres de agonias Ao gemer, comovidos, o seu mal... E todos têm sons de funeral Ao bater horas, no correr dos dias...
A minha Dor é um convento. Há lírios Dum roxo marcado de martírios, Tão belos como nunca os viu alguém!
Nesse triste convento aonde eu moro, Noites e dias rezo e grito e choro, E ninguém ouve...ninguém vê...ninguém...
L.i.l.i.t.h 16h33 ||
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† THE END THE END THE END THE END †
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